FarmaViva

FarmaViva · Sobre nós

A FarmaViva e a medicação que já toma

A FarmaViva ocupa-se da medicação de continuidade: aquilo que já lhe foi prescrito, que já tomou e que precisa de continuar a tomar. É um âmbito estreito de propósito, porque é nele que uma avaliação escrita funciona bem.

Operador do serviço

O serviço farmaviva.pt é operado pela MEDINOW Sp. z o.o., Aleja Wojska Polskiego 33/9, 10-226 Olsztyn, Polónia. A sociedade está registada sob os números NIF 7394034704, KRS 0001242750 e REGON 544825848 (Tribunal Distrital de Olsztyn, 8.ª Secção Comercial do KRS · Capital social: 5 000,00 PLN) e atua como entidade prestadora de cuidados de saúde inscrita no RPWDL (registo polaco de prestadores de cuidados de saúde). A FarmaViva pertence ao grupo MEDINOW, que opera outros serviços médicos sobre a mesma infraestrutura.

O médico

A supervisão clínica do serviço é assegurada por Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn), com a licença profissional n.º 3211301. É o médico que avalia cada pedido, decide sobre a emissão do documento e pode recusar quando o pedido suscita dúvidas. Não existe emissão automática de receitas: por trás de cada decisão está um profissional habilitado.

Antibióticos: onde traçamos a linha

Recebemos muitos pedidos de antibiótico e é onde mais recusamos. Uma infeção nova não é a continuação de um tratamento anterior, mesmo quando os sintomas se parecem: exige exame e, muitas vezes, análise. Ter tomado amoxicilina em janeiro não é indicação para a tomar em setembro. Quando o pedido é claramente um episódio novo, encaminhamos para observação presencial em vez de emitir.

Porque uma marca só para medicação

Um serviço que promete tudo a toda a gente acaba por avaliar mal aquilo que faz com menos frequência. A FarmaViva concentra-se num tipo de pedido, com um médico que vê repetidamente os mesmos quadros. Não é uma limitação comercial - é a razão pela qual conseguimos responder com previsibilidade.

Receita transfronteiriça

A medicação de continuidade que tratamos chega-lhe por esta via, e não por uma receita portuguesa. A receita é emitida por um médico habilitado noutro Estado-Membro da União Europeia, no formato previsto na Diretiva de Execução 2012/52/UE, com a substância ativa (DCI), a dosagem e a identificação do prescritor. Recebe o documento por e-mail e apresenta-o na farmácia. A dispensa é decidida pelo farmacêutico, que pode recusar se tiver dúvidas fundadas - dizemos isto antes de pagar, e não depois.

Os medicamentos estupefacientes e psicotrópicos estão excluídos desta via pelo artigo 11.º, n.º 6, da Diretiva 2011/24/UE. Um pedido desses é recusado sem cobrança.

Segurança dos dados

Os dados de saúde são uma categoria especial de dados pessoais. Tratamo-los apenas para a prestação do cuidado de saúde, nos termos do RGPD e das regras aplicáveis à documentação clínica. Os detalhes constam da política de privacidade. Sendo a MEDINOW a responsável pelo tratamento em todos os serviços do grupo, as regras de proteção de dados são uniformes.

Porque dizemos “não” com frequência

Recusamos com frequência pedidos de antibiótico, e é uma recusa por regra, não por exceção: um episódio novo não é a continuação de um tratamento anterior. Se a recusa for por razões clínicas, devolvemos o valor. Se for por falta de documentação que pedimos e não recebemos, a avaliação já foi feita e o valor mantém-se. Um serviço que nunca recusa não é mais generoso - é menos cuidadoso. As regras de produção de conteúdos constam das nossas linhas editoriais.