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Metamizol sódico: como renovar a receita online

O metamizol sódico é um analgésico e antipirético utilizado no controlo da dor e da febre. Não é um medicamento de venda livre: onde está comercializado, só pode ser dispensado mediante receita médica, e nenhum serviço online pode contornar essa regra. Há, porém, um ponto a verificar antes de tudo o resto. As apresentações com metamizol não estão comercializadas da mesma forma em todos os países da União Europeia. Antes de submeter o pedido, telefone à farmácia onde pretende levantar o medicamento e confirme se tem alguma embalagem com esta substância. Se não existir, uma prescrição não lhe resolve o problema, e o valor da consulta não é devolvido por esse motivo, porque a avaliação clínica chegou a ser feita. Esta página explica o que a FarmaViva faz e o que não faz. Se já está a fazer tratamento com metamizol e precisa de renovar a prescrição, preenche um formulário clínico e o Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, licença profissional 3211301) analisa o seu caso. Não existe videochamada nem marcação: a avaliação é feita a partir das respostas que der por escrito. Quando a avaliação é favorável, recebe por e-mail uma receita transfronteiriça em PDF, ao abrigo da Diretiva 2012/52/UE. Não é uma receita do SNS e não tem código de acesso nem número de utente.

O que é o metamizol sódico e porque exige receita

O metamizol sódico é um derivado da pirazolona com ação analgésica e antipirética, usado no alívio da dor e no controlo da febre quando outras opções não são adequadas. Não é um medicamento de venda livre: onde está comercializado, é dispensado apenas mediante prescrição de um médico. A razão desta exigência é clínica. O metamizol está associado a um risco grave de agranulocitose, uma queda acentuada de um tipo de glóbulos brancos que deixa o organismo mais exposto a infeções. É por isso que o médico pergunta pelo historial de reações a analgésicos, por doenças do sangue e pelos restantes medicamentos em curso, e é por isso que a decisão nunca é automática. É também por essa razão que não encontrará aqui doses, esquemas de toma nem duração de tratamento. Essa informação consta do folheto que acompanha a embalagem que lhe foi prescrita e das indicações do médico que o acompanha. Há ainda a questão da disponibilidade, que muda de país para país. Confirme na sua farmácia, antes de pedir a avaliação, se existe alguma embalagem com esta substância. É a única parte do processo que pode resolver sozinho, por telefone e em poucos minutos.

Como funciona o pedido na FarmaViva

O processo é assíncrono e feito por escrito. Preenche um formulário clínico com o motivo do pedido, o medicamento que está a tomar, os antecedentes relevantes e a medicação atual. Não há videochamada, não há telefonema e não existe hora marcada: responde quando lhe for conveniente e o pedido entra para avaliação. O Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, licença profissional 3211301) lê o que escreveu e decide. Pode pedir documentação adicional, por exemplo uma receita anterior, um relatório médico ou análises, se as respostas não forem suficientes para avaliar o caso com segurança. Nessa situação é contactado por e-mail e o pedido fica a aguardar a sua resposta. A avaliação pode terminar sem prescrição. Acontece quando o metamizol não é adequado ao seu caso, quando existem contraindicações ou quando a situação exige observação presencial. Não prometemos receita a ninguém.

O documento que recebe e o papel da farmácia

Se a avaliação for favorável, recebe por e-mail um PDF com uma receita transfronteiriça, emitida ao abrigo da Diretiva de Execução 2012/52/UE, que fixa os elementos que uma prescrição emitida noutro Estado-Membro deve conter. O operador do serviço é a MEDINOW Sp. z o.o., uma sociedade polaca. Convém perceber o que este documento não é. Não é uma receita do SNS, não tem código de acesso nem número de utente e não fica registado no sistema português. Leva o PDF impresso, ou no telemóvel, e apresenta-o na farmácia com o seu documento de identificação. A decisão de dispensar é do farmacêutico, que pode recusar. Pode fazê-lo se tiver dúvidas sobre a prescrição, se o medicamento não estiver disponível ou se a substância não corresponder a nenhuma embalagem em stock. Não temos forma de garantir a dispensa, e é por isso que insistimos no telefonema prévio à farmácia.

Pagamento, recusa e reembolso

O que paga é a consulta, ou seja, a avaliação clínica do seu pedido, e não a emissão de um documento. Esta distinção importa, porque define o que acontece a seguir. Se o médico recusar a prescrição por razões clínicas, a consulta é reembolsada. Se, pelo contrário, o médico pedir documentação e essa documentação não for enviada, a avaliação não pode ser concluída por motivo alheio ao serviço, e nesse caso o valor não é devolvido: o trabalho de análise já foi feito e o pedido fica encerrado. Responder ao e-mail com aquilo que lhe for pedido é, por isso, a parte mais importante do processo. Se a receita for emitida e a farmácia não tiver o medicamento, ou recusar a dispensa, a consulta também se considera prestada. É mais uma razão para confirmar a disponibilidade antes de submeter o pedido. Se durante o tratamento com metamizol surgir febre, dor de garganta persistente ou aftas na boca, suspenda o medicamento e contacte um médico sem demora.

Revisão clínica: Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn, licença profissional n.º 3211301) · Atualizado em · Linhas editoriais · Operador: MEDINOW Sp. z o.o.. Conteúdo informativo; não substitui a consulta nem o folheto informativo do medicamento.

Perguntas frequentes

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