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Loratadina: como renovar a receita online

A loratadina é um anti-histamínico usado sobretudo no controlo de sintomas de rinite alérgica e de urticária. Antes de mais, uma informação que lhe pode poupar dinheiro e que preferimos dar logo no início. O regime de dispensa não pertence à substância em geral: é atribuído a cada medicamento em concreto. Com loratadina existem embalagens que a farmácia dispensa sem prescrição e existem embalagens sujeitas a receita médica. O que vale para a sua está indicado na embalagem e no folheto informativo, e o farmacêutico confirma-o ao balcão, sem custo. Se for de venda livre, o caminho mais simples e mais barato é falar com o farmacêutico, e não pagar uma consulta: este serviço não lhe é necessário. Há, ainda assim, situações em que o farmacêutico encaminha a pessoa para um médico em vez de dispensar, e tratamentos mantidos com embalagens que exigem prescrição. É para esses casos que a FarmaViva existe. Esta página não indica doses nem esquemas de toma: isso pertence ao folheto informativo e ao profissional de saúde que o acompanha. O pedido é avaliado pelo Dr. Damian Wojno, inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia com a licença profissional 3211301, e a emissão nunca é garantida.

Para que serve a loratadina e quando faz sentido uma avaliação médica

A loratadina pertence ao grupo dos anti-histamínicos e é utilizada no alívio de sintomas associados a reações alérgicas, nomeadamente na rinite alérgica, com espirros, corrimento e obstrução nasal, e na urticária. Muitas pessoas associam-na apenas ao balcão da farmácia e outras têm-na prescrita: as duas situações existem, porque a classificação é fixada medicamento a medicamento. Não confirmamos por si o regime da embalagem que tem em casa. Essa informação está impressa na embalagem, consta do folheto informativo e o farmacêutico verifica-a ao balcão. Faça essa verificação primeiro. Se for uma embalagem de venda livre e o que procura é continuar a tomá-la, não precisa de receita nem deste serviço. Uma avaliação médica faz sentido noutras situações: quando o diagnóstico ainda não está estabelecido, quando os sintomas persistem ou se agravam apesar do tratamento, quando o farmacêutico o encaminha para consulta em vez de dispensar, quando toma outros medicamentos ou tem doenças que obrigam a ponderar a decisão, e quando o tratamento que mantém corresponde a uma embalagem sujeita a prescrição. A gravidez, a amamentação e as crianças mais novas são igualmente contextos em que a decisão não se toma ao balcão.

Como funciona o pedido na FarmaViva

O processo tem três passos e decorre inteiramente por escrito. Primeiro, preenche o formulário: identifica-se, indica o medicamento em causa tal como consta da caixa, descreve a situação clínica e responde às perguntas sobre antecedentes, medicamentos e alergias. Segundo, junta a documentação de que dispuser, como uma prescrição anterior, relatórios ou registos de acompanhamento. É este material que distingue um quadro estável de um quadro que mudou. Terceiro, o Dr. Damian Wojno, inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia com a licença profissional 3211301, analisa o pedido e pode pedir esclarecimentos antes de decidir. Não há videochamada nem marcação: a avaliação é assíncrona e não precisa de estar disponível a uma hora determinada. Se, ao ler o seu caso, o médico concluir que a situação se resolve na farmácia sem receita, dir-lho-á com essa clareza, porque não faz sentido emitir um documento de que não precisa. Se concluir que o quadro exige observação direta, encaminha-o e explica porquê.

O documento que recebe e o que a farmácia pode fazer

Se o médico concluir que a emissão é adequada, recebe por e-mail uma receita transfronteiriça em formato PDF, emitida ao abrigo da Diretiva de Execução 2012/52/UE e reconhecível noutro Estado-Membro. Não é uma receita do SNS: não tem código de acesso, não tem número de utente, não dá direito à comparticipação associada às receitas do SNS e não fica registada no sistema de prescrição eletrónica português. Apresenta-se impressa, no balcão da farmácia, acompanhada do documento de identificação usado no pedido. O farmacêutico avalia o documento e decide sobre a dispensa, podendo recusar. Essa decisão é dele e não a podemos garantir nem contornar. Nem todas as farmácias estão habituadas a receitas emitidas noutro país, pelo que pode valer a pena confirmar antecipadamente por telefone. O operador do serviço é a MEDINOW Sp. z o.o., sociedade sediada na Polónia.

Quando o pedido é recusado e como fica o pagamento

O médico não está obrigado a emitir receita e há situações em que a recusa é o desfecho correto: informação insuficiente, sintomas que sugerem outro problema, contraindicações, ou um quadro que exige observação presencial. Nunca prometemos receita. O que paga é a consulta, ou seja, o trabalho de avaliação clínica do seu caso, e não a emissão de um documento. Se o médico avaliar o pedido e recusar por razões clínicas, o valor pago é devolvido, o que inclui o caso em que conclui que a embalagem descrita não exige prescrição. Se não enviar a documentação que o médico pediu, e por isso o caso não puder ser concluído, o valor não é devolvido, porque a avaliação foi realizada com a informação disponível. Repetimos o essencial, porque é o que mais lhe interessa antes de pagar: se a embalagem que utiliza é de venda livre, não precisa de receita nem deste serviço, e o passo seguinte é a sua farmácia. Perante inchaço dos lábios, da língua, da garganta ou da face, ou uma reação alérgica em curso, não use este formulário: procure atendimento urgente ou contacte o SNS 24, através do 808 24 24 24. Se houver dificuldade em respirar, ligue 112.

Revisão clínica: Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn, licença profissional n.º 3211301) · Atualizado em · Linhas editoriais · Operador: MEDINOW Sp. z o.o.. Conteúdo informativo; não substitui a consulta nem o folheto informativo do medicamento.

Perguntas frequentes

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