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Ibuprofeno: como renovar a receita online

O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroide usado no alívio da dor e no controlo de processos inflamatórios. Em Portugal existe em apresentações de venda livre e em apresentações sujeitas a receita médica, consoante a dosagem e a forma farmacêutica. Se está a seguir um tratamento com uma embalagem que exige receita, é habitual precisar de a renovar quando a validade termina ou quando a medicação está a acabar. Esta página explica esse processo na FarmaViva. Não encontra aqui indicações de dosagem, esquemas de toma nem duração de tratamento: essa informação pertence ao folheto informativo e ao médico que o acompanha. Descrevemos o percurso administrativo e clínico do pedido: que dados reunir, o que o médico avalia, que documento recebe no fim e em que situações o pedido pode ser recusado. Trabalhamos por formulário, sem videochamada e sem marcação, e nenhum pedido tem a emissão garantida à partida.

Para que serve o ibuprofeno e porque é que algumas embalagens exigem receita

O ibuprofeno pertence ao grupo dos anti-inflamatórios não esteroides e é utilizado sobretudo no alívio da dor e na redução da inflamação. É uma substância que muitas pessoas associam apenas à venda livre, e daí vem a confusão: o facto de existirem embalagens que compra diretamente na farmácia não significa que todas as apresentações sejam assim. As dosagens mais elevadas e determinadas formas farmacêuticas estão sujeitas a receita médica, precisamente porque o acompanhamento passa a ser relevante. Quem segue um tratamento prolongado, quem toma outros medicamentos em simultâneo ou quem tem historial gástrico, renal ou cardiovascular está num contexto em que a decisão deixa de ser um gesto de balcão. A gravidez e a amamentação são outra situação que tem de ser declarada no formulário. Por isso a renovação não é automática: um médico tem de olhar para o caso concreto antes de emitir qualquer documento. Não indicamos aqui doses nem esquemas de toma. Se tem dúvidas sobre a forma como está a tomar o medicamento, fale com o seu médico assistente ou com o farmacêutico.

Como funciona a renovação de receita na FarmaViva

O pedido começa num formulário clínico. Descreva o motivo do tratamento, há quanto tempo o segue, que apresentação lhe foi prescrita anteriormente, que outros medicamentos toma, se tem alergias ou doenças conhecidas e se está grávida ou a amamentar. Pode anexar a receita anterior ou relatórios que documentem o historial: quanto mais claro estiver o contexto, mais rápida é a avaliação. Não há videochamada, não há marcação e não precisa de estar disponível a uma hora determinada. O Dr. Damian Wojno, inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia com a licença profissional 3211301, analisa o pedido de forma assíncrona. Pode pedir esclarecimentos adicionais ou documentação complementar antes de decidir, e responde por escrito. Se o quadro não for adequado a uma renovação à distância, será encaminhado para observação presencial. O serviço é prestado pela MEDINOW Sp. z o.o., sociedade polaca, e destina-se à continuidade de tratamentos já iniciados, não ao início de terapêuticas novas nem a situações agudas.

Que documento recebe e o que deve saber antes de ir à farmácia

Se o médico decidir prescrever, recebe por correio eletrónico uma receita transfronteiriça em PDF, emitida ao abrigo da Diretiva 2012/52/UE, para levantamento numa farmácia em Portugal. Este documento não é uma receita do SNS: não tem código de dispensa, não está associado ao seu número de utente e não fica registado nos sistemas do SNS. Leve-o impresso, ou apresente-o no telemóvel, com o documento de identificação usado no pedido. Por não ser uma receita do SNS, não dá acesso à comparticipação associada a essas receitas, pelo que o medicamento é pago na totalidade. A decisão final de dispensa é do farmacêutico. A legislação europeia prevê o reconhecimento de receitas emitidas noutro Estado-Membro, mas não obriga a farmácia a dispensar: o profissional pode recusar se tiver dúvidas sobre o documento, sobre a identificação do doente ou sobre a adequação do medicamento. É um formato pouco frequente em Portugal e nem todas as farmácias o trabalham. Telefone antes à farmácia onde pretende levantar o medicamento e confirme se aceita receitas transfronteiriças.

Custos, recusas e o que não fazemos

O valor que paga corresponde à consulta médica, ou seja, à análise do seu caso pelo médico. Não está a comprar uma receita e a emissão não está garantida à partida. Se o médico concluir que não deve prescrever por razões clínicas, devolvemos o valor pago. Se o pedido ficar parado porque não entregou a documentação que lhe foi solicitada, a consulta considera-se realizada e o valor não é devolvido: o tempo clínico foi efetivamente ocupado. Há situações que não acompanhamos por esta via. Dor súbita e intensa, sinais de hemorragia digestiva, suspeita de reação adversa grave ou qualquer quadro que exija observação imediata são motivo para contactar o SNS 24, ou o 112 em emergência, e não para submeter um formulário. Também não respondemos a pedidos de medicamentos sem receita quando a apresentação está legalmente sujeita a prescrição: nesse caso, a única via correta é a avaliação por um médico.

Revisão clínica: Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn, licença profissional n.º 3211301) · Atualizado em · Linhas editoriais · Operador: MEDINOW Sp. z o.o.. Conteúdo informativo; não substitui a consulta nem o folheto informativo do medicamento.

Perguntas frequentes

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