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Aciclovir: como renovar a receita online

O aciclovir é um antiviral usado em infeções causadas pelo vírus herpes simplex e pelo vírus varicela-zóster. Em Portugal, as apresentações orais são medicamentos sujeitos a receita médica, pelo que a farmácia só as dispensa mediante prescrição válida. Se já está a fazer este tratamento e a receita se esgotou, pode pedir a renovação através da FarmaViva, sem marcação e sem videochamada. O processo assenta num formulário clínico: descreve a sua situação, indica o medicamento que já lhe foi prescrito e junta a documentação que tiver. Um médico analisa o pedido e decide se há condições para prescrever. Esta página explica como funciona o pedido, o que recebe no fim e quais são os limites do serviço, incluindo o facto de o farmacêutico poder recusar a dispensa. Não encontrará aqui posologia nem instruções de utilização: essas constam do folheto informativo e devem ser esclarecidas com o médico ou o farmacêutico.

O que é o aciclovir e quando exige receita

O aciclovir pertence ao grupo dos antivirais e é utilizado em infeções causadas pelo vírus herpes simplex e pelo vírus varicela-zóster, o mesmo agente que, ao reativar-se, dá origem ao herpes zóster. Convém aqui uma distinção que muita informação online omite: as apresentações orais são medicamentos sujeitos a receita médica, enquanto algumas apresentações tópicas para o herpes labial podem ser dispensadas sem receita. Se tem dúvidas sobre a forma que lhe foi prescrita, confirme na farmácia antes de pedir uma consulta que pode não ser necessária. Onde há exigência de receita, ela não é uma formalidade administrativa: um antiviral usado fora de contexto pode atrasar o diagnóstico de outro problema, mascarar sinais que merecem observação ou não ser adequado ao historial da pessoa. Por isso não respondemos a pedidos de aciclovir sem receita e não vendemos medicamentos. O que a FarmaViva faz é outra coisa: organiza a avaliação clínica que pode conduzir à emissão de uma prescrição, quando existir fundamento para isso. Se nunca tomou este medicamento, ou se os sintomas mudaram de padrão, o caminho indicado é uma consulta presencial, onde o profissional pode observar as lesões.

Como funciona o pedido de renovação

O pedido começa com um formulário online. Preenche os seus dados de identificação, indica o medicamento que já lhe foi prescrito e responde a um conjunto de perguntas clínicas: há quanto tempo faz o tratamento, quem o iniciou, que outros medicamentos toma, que doenças crónicas tem e se houve reações adversas. Pode anexar a receita anterior, relatórios ou análises. Não há videochamada nem marcação de hora, porque a avaliação é assíncrona: o médico lê o processo quando o recebe. O Dr. Damian Wojno, inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia em Olsztyn, na Polónia, com a licença profissional 3211301, analisa o pedido. Se faltar informação, entra em contacto consigo por e-mail para pedir esclarecimentos ou documentos. Quanto mais completo estiver o formulário, menos idas e voltas serão necessárias. A decisão pode ser de emissão ou de recusa, e nenhuma prescrição está garantida à partida.

O documento que recebe e como usá-lo na farmácia

Se o médico decidir emitir, recebe por e-mail uma receita transfronteiriça em PDF, ao abrigo da Diretiva de Execução 2012/52/UE, que fixa os elementos obrigatórios das prescrições emitidas noutro Estado-Membro. É importante perceber o que este documento não é: não é uma receita do SNS, não tem código de dispensa, não está associado ao seu número de utente e não aparece na área do cidadão. Leva-o impresso ou no telemóvel à farmácia, juntamente com o documento de identificação com que fez o pedido, seja cartão de cidadão, passaporte ou título de residência. A decisão final de dispensar pertence ao farmacêutico, que pode recusar, por exemplo se tiver dúvidas fundamentadas sobre a prescrição. Nem todas as farmácias estão habituadas a este tipo de receita, pelo que pode ter de contactar mais do que uma, e convém telefonar antes de se deslocar. Como o documento não circula no circuito do SNS, não há comparticipação: paga o preço integral do medicamento.

Quem presta o serviço e o que cobre o pagamento

A FarmaViva é operada pela MEDINOW Sp. z o.o., uma sociedade sediada na Polónia, e os pedidos são avaliados pelo Dr. Damian Wojno, inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia em Olsztyn, na Polónia, com a licença profissional 3211301. O valor que paga cobre a consulta, ou seja, o tempo de análise clínica do seu processo, e não a entrega de um medicamento nem a emissão garantida de um documento. Se o médico concluir que não deve prescrever por razões clínicas, o valor da consulta é devolvido. Se, pelo contrário, lhe for pedida documentação e não a enviar, a consulta considera-se realizada e o valor não é reembolsado, porque o trabalho de avaliação já foi feito. Este serviço destina-se a situações de continuidade de um tratamento já instituído. Perante sintomas novos, lesões extensas, febre alta, envolvimento dos olhos ou agravamento rápido, procure atendimento presencial ou ligue para o SNS 24, através do 808 24 24 24.

Revisão clínica: Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn, licença profissional n.º 3211301) · Atualizado em · Linhas editoriais · Operador: MEDINOW Sp. z o.o.. Conteúdo informativo; não substitui a consulta nem o folheto informativo do medicamento.

Perguntas frequentes

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